Uma relação de terror
Quando a relação começou era tudo lindo, um amor que se diria perfeito, o que ninguém imaginava era o que daí viria...
Ao início pensava que tinha sido o melhor que me tinha acontecido, eu e ele éramos mais do que namorados, éramos melhores amigos, cúmplices, planeavamos um futuro juntos, já pensávamos em casar e ter filhos, tudo a que tínhamos direito.
O grande início do meu sofrimento foi quando ele queria ter relações sexuais e mesmo eu dizendo que não queria, ele forçava e eu chorava durante a penetração dele, quando ele se "vinha" e me via a chorar, ele pedia desculpa e dizia que não conseguia controlar, que não me conseguia resistir.
Depois do nosso primeiro aniversário juntos, começaram as desconfianças, o querer ver sempre o meu telemóvel, mesmo sem a minha autorização, afastei-me de toda a gente, fiquei sem os meus amigos que eu dizia que eram para a vida, tudo por causa de um rapaz.
Começaram as cenas de ciúmes em tudo o que era sítio, não se sabia controlar, se tivesse que bater em alguém batia, não media as consequências dos seus atos, comecei a ver que o rapaz que tinha conhecido não era o mesmo rapaz com quem eu estava naquele momento.
A minha família sempre me avisou, mas quando se diz que o amor é cego, sim é mesmo cego, eu não via o mal que ele me estava a fazer, eu pensava que as pessoas queriam era separar-nos...
Começaram os estalos, os beliscões que me deixavam pisaduras e quando me perguntavam porque estava pisada, a resposta era sempre a mesma, "bati num móvel", sempre forte para não mostrar que algo se andava a passar.
Em cada discussão um objeto partido, tudo com o intuíto de me acertar, num dia até um vidro de uma porta partiu com um soco, cortou-se na mão e teve que ir para o hospital, eu com aquela situação toda acabei por me sentir mal e desmaiar, tendo ido também para o hospital, ele armou lá um escândalo que me queria ver e que batia em quem fosse preciso...
Cada dia, uma nova desilusão, mas eu amava-o e não o conseguia deixar por nada deste mundo...
Num dia, ele quis ir sair para a noite, mas a meio da noite recebo uma chamada a dizer que ele tinha tido um acidente, fiquei em pânico, pensei que o iria perder. Esteve muito mal, eu andava na universidade e não fui para o poder ir ver todos os dias ao hospital, foram os piores dias da minha vida, mas tudo piorou quando ele me diz que "eu só o ia ver para as pessoas dizerem que ele tinha uma namorada que o ia ver todos os dias, para parecer bem".
Aguentei imenso, carreguei aquela dor durante imenso tempo, fiz de tudo por ele, não fiz mais porque não podia e depois tinha que ouvir nomes e mais nomes, porque eu era gorda, era uma burra, era tudo de mau que pudesse existir...
Já andava farta de tudo o que ele me fazia, porque o príncipe que eu conheci, se transformou num autêntico monstro...
Ao início pensava que tinha sido o melhor que me tinha acontecido, eu e ele éramos mais do que namorados, éramos melhores amigos, cúmplices, planeavamos um futuro juntos, já pensávamos em casar e ter filhos, tudo a que tínhamos direito.
O grande início do meu sofrimento foi quando ele queria ter relações sexuais e mesmo eu dizendo que não queria, ele forçava e eu chorava durante a penetração dele, quando ele se "vinha" e me via a chorar, ele pedia desculpa e dizia que não conseguia controlar, que não me conseguia resistir.
Depois do nosso primeiro aniversário juntos, começaram as desconfianças, o querer ver sempre o meu telemóvel, mesmo sem a minha autorização, afastei-me de toda a gente, fiquei sem os meus amigos que eu dizia que eram para a vida, tudo por causa de um rapaz.
Começaram as cenas de ciúmes em tudo o que era sítio, não se sabia controlar, se tivesse que bater em alguém batia, não media as consequências dos seus atos, comecei a ver que o rapaz que tinha conhecido não era o mesmo rapaz com quem eu estava naquele momento.
A minha família sempre me avisou, mas quando se diz que o amor é cego, sim é mesmo cego, eu não via o mal que ele me estava a fazer, eu pensava que as pessoas queriam era separar-nos...
Começaram os estalos, os beliscões que me deixavam pisaduras e quando me perguntavam porque estava pisada, a resposta era sempre a mesma, "bati num móvel", sempre forte para não mostrar que algo se andava a passar.
Em cada discussão um objeto partido, tudo com o intuíto de me acertar, num dia até um vidro de uma porta partiu com um soco, cortou-se na mão e teve que ir para o hospital, eu com aquela situação toda acabei por me sentir mal e desmaiar, tendo ido também para o hospital, ele armou lá um escândalo que me queria ver e que batia em quem fosse preciso...
Cada dia, uma nova desilusão, mas eu amava-o e não o conseguia deixar por nada deste mundo...
Num dia, ele quis ir sair para a noite, mas a meio da noite recebo uma chamada a dizer que ele tinha tido um acidente, fiquei em pânico, pensei que o iria perder. Esteve muito mal, eu andava na universidade e não fui para o poder ir ver todos os dias ao hospital, foram os piores dias da minha vida, mas tudo piorou quando ele me diz que "eu só o ia ver para as pessoas dizerem que ele tinha uma namorada que o ia ver todos os dias, para parecer bem".
Aguentei imenso, carreguei aquela dor durante imenso tempo, fiz de tudo por ele, não fiz mais porque não podia e depois tinha que ouvir nomes e mais nomes, porque eu era gorda, era uma burra, era tudo de mau que pudesse existir...
Já andava farta de tudo o que ele me fazia, porque o príncipe que eu conheci, se transformou num autêntico monstro...
Graças à minha melhor amiga ganhei coragem e enfrentei-o, disse-lhe que não aguentava mais e que queria acabar com ele. Se disto fui capaz o devo à melhor amiga que eu posso ter, que me abriu os olhos e me perguntou se era aquilo que eu queria para a vida, que ou era naquele dia ou nunca mais o conseguiria fazer e eu fui capaz, sim fui capaz de me libertar de uma relação de quase 6 anos, em que sofria dia após dia...
Depois de acabar com ele, eram inúmeras as chamadas e mensagens dele, mas também eram inúmeras as ameaças, ameaças de que me iria matar e se não fosse ele a fazê-lo alguém o fazia por ele, estava com medo de tudo o que ele era capaz de fazer, mas entretanto conheceu outra rapariga e deixou a minha vida em paz, só espero que essa rapariga não passe pelo que passei...
Agora que estou solteira, acredito que a minha vida está muito melhor, sou muito mais livre, muito mais feliz.
Se achava que podia ser tão feliz? Não, não achava, mas agora tenho a certeza que sim, sou uma mulher muito feliz!
Se forem vítimas de algum tipo de violência, não se calem, denunciem, não sofram em silêncio, há sempre alguém que vos pode ajudar!
Depois de acabar com ele, eram inúmeras as chamadas e mensagens dele, mas também eram inúmeras as ameaças, ameaças de que me iria matar e se não fosse ele a fazê-lo alguém o fazia por ele, estava com medo de tudo o que ele era capaz de fazer, mas entretanto conheceu outra rapariga e deixou a minha vida em paz, só espero que essa rapariga não passe pelo que passei...
Agora que estou solteira, acredito que a minha vida está muito melhor, sou muito mais livre, muito mais feliz.
Se achava que podia ser tão feliz? Não, não achava, mas agora tenho a certeza que sim, sou uma mulher muito feliz!
Se forem vítimas de algum tipo de violência, não se calem, denunciem, não sofram em silêncio, há sempre alguém que vos pode ajudar!

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